Assembléia
Legislativa é a casa do povo desde 1835.
A data de inauguração
da Assembléia Legislativa do
Rio Grande do Sul coincide com o início da Revolução
Farroupilha, grande marca de nossa história.
Para acessar o site da Assembléia Legislativa,
clique na imagem do logotipo, acima.
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LOCALIZAÇÃO:
O Rio Grande do Sul, estado
Brasileiro, fica no extremo sul da região Sul.
FRONTEIRAS: Norte = Santa Catarina;
Sul = Uruguai; Leste = Oceano Atlântico; Oeste = Argentina.
ÁREA
(km²): 282.062
RELEVO:
planície litorânea com restingas e areias,
planaltos a Oeste e Nordeste, depressões no centro.
Seu
relevo apresenta três regiões naturais, que podem
ser facilmente identificadas: o planalto Serrano, o pampa
e a região lagunar. O planalto Serrano ocupa mais da metade
do território do estado, estendendo-se por toda a parte
setentrional em direção ao sudoeste. Na região
serrana,
localizada a nordeste, encontram-se altitudes de 900
a 1.000 metros, chegando a apenas 100 metros no vale
médio do rio Uruguai. Na parte meridional apresenta escarpas
de cuestas, designadas pelo nome genérico de Coxilha Grande,
que caem para a depressão Central. Nessa parte do relevo
do
estado podem ser encontradas extensas campinas e também
regiões de florestas, onde predominam as araucárias
e a
vegetação da mata atlântica. O pampa gaúcho
localiza-se
na parte centro-meridional do estado e corresponde a
um planalto de ondulações suaves, com altitudes
inferiores
a 500 metros. A região lagunar na costa atlântica
apresenta
paisagem de praias com dunas e restingas, além de
enorme quantidade de lagunas, destacando-se entre
as maiores, as lagoas dos Patos, Mirim e Mangueira.
RIOS
PRINCIPAIS: Uruguai, Taquari, Ijuí, Jacuí,
Ibicuí, Pelotas e Camaquã.
Os
rios que banham o estado pertencem à bacia
do Prata e o principal deles é o rio Uruguai, formado
pela junção dos rios Canoas e Pelotas, na divisa
do estado
do Rio Grande do Sul com o estado de Santa Catarina.
VEGETAÇÃO:
campos (campanha gaúcha) a Sul e Oeste,
floresta troplical a Leste, matas das araucárias a
Norte, mangues litorâneos.
CLIMA:
subtropical
Predomina
no estado do Rio Grande do Sul o clima
subtropical, sendo que na região do planalto Serrano o
clima é subtropical de altitude, com temperaturas
médias inferiores a 20º C e chuvas abundantes, regularmente
distribuídas. Devido à latitude, na região
do pampa gaúcho
as médias térmicas são inferiores a 18ºC
e as chuvas
são relativamente escassas. A região lagunar do
litoral
caracteriza-se pela escassez de chuvas.
CIDADES
MAIS POPULOSAS: Porto Alegre, Pelotas,
Caxias do Sul, Canoas, Santa Maria, Novo Hamburgo e Viamão.
HORA
LOCAL (em relação a Brasília): a
mesma
HABITANTE:
gaúcho
CAPITAL:
Porto Alegre, fundada em 26/3/1772
HABITANTE
DA CAPITAL: porto-alegrense
Na
composição da economia destacam-se a agricultura
e a pecuária, além de atividades industriais. O
estado
do Rio Grande do Sul é tradicionalmente conhecido como
o celeiro do Brasil.Entre as atividades industriais do estado
do Rio Grande do Sul, destacam-se as indústrias de
couro em geral, calçados, alimentícia, têxtil,
madeireira,
metalúrgica e química.
Situado
fora do eixo de comércio do Brasil com Portugal,
coube ao Rio Grande o papel vital de fornecer o gado que
sustentou o ciclo do ouro em Minas Gerais e o do charque,
que era o alimento básico dos escravos e da população
de
baixa renda das cidades brasileiras. A partir do início
do
século XX, coube também ao Rio Grande a função
de
"celeiro do país", responsável por uma
fatia significativa
da produção agrícola nacional.
HISTÓRIA
DO RIO GRANDE DO SUL
A
história do Rio Grande do Sul começou bem antes
da efetiva ocupação de seu território pelos
portugueses. Inicialmente,
o Estado era uma "terra de ninguém", de difícil
acesso e
muito pouco povoada. Vagavam por suas pradarias os
índios guaranis, charruas e tapes e, vez por outra,
aventureiros que penetravam em seu território em
busca de índios para apresar e escravizar.
Esse
quadro foi modificado com a chegada dos padres
jesuítas que, no início do século XVII, na
região
formada pelos atuais estados do Rio Grande do Sul
e Paraná, e pela Argentina e Paraguai, fundaram as
Missões jesuíticas. Nelas se reuniam, em torno de
pequenos grupos de religiosos, grandes levas
de índios guaranis convertidos.
As
peculiaridades geográficas da área onde
atualmente se encontra o estado do Rio Grande do Sul,
dividido em 11 diferentes regiões fisiográficas,
influíram
para retardar a ocupação da terra pelo conquistador
europeu. Passado um século do descobrimento do Brasil,
ocorrido em 1500, a região era quase inteiramente
desconhecida pelos portugueses. Seus campos eram
ocupados por três grupos indígenas: o gê ou
tapuia
(onde se encontram remanescentes caingangues),
que ocupava a região de "Cima da Serra", onde
hoje
se encontram os municípios de Passo Fundo, Lagoa Vermelha,
Vacaria, Bom Jesus e São Francisco de Paula;
o pampeano (charrua, minuano), que vivia no pampa
gaúcho e uruguaio (campos de vegetação baixa,
propícios à criação de gado); e o
guarani, que ocupava
o litoral, nas margens da lagoa dos Patos e nas
vizinhanças dos grandes rios.
As
Missões Guaranis - A partir de 1626, padres
jesuítas espanhóis começaram a fundar reduções
ou missões (aldeias orientadas pela religião católica,
onde os índios viviam de acordo com os princípios
da cultura ocidental, em comunidades organizadas
pelos missionários jesuítas) na região oeste
do território
hoje pertencente ao sul do Brasil, ao Uruguai e à Argentina.
Durante
todo o século XVII ocorreram conflitos freqüentes
entre índios e bandeirantes. Os primeiros tinham apoio
dos missionários jesuítas, que desejavam convertê-los
e civilizá-los. Em função desse apoio, diversas
missões foram criadas e destruídas, tendo os índios
sido, por vezes, submetidos a períodos de exílio
forçado de suas terras originais.
No
final do século XVII e princípios do século
XVIII,
os índios iniciaram um retorno gradual às terras
que antes lhes pertenciam, sempre com o apoio
dos jesuítas. Foram criados nesse período sete povoados,
que ficaram conhecidos como os "sete povos das missões".
A etnia desses povos era variada, predominando
traços dos guaranis. O governo de cada aldeia imitava
a organização das cidades coloniais espanholas,
sendo a sociedade dividida em classes, segundo o ofício.
Artistas
eméritos eram considerados em plano social
superior, com prerrogativas quase de nobreza.
A
agricultura era exercida coletivamente, não havendo
propriedade particular. Os instrumentos agrícolas
utilizados também pertenciam à coletividade.
O
gado, fator primordial para o sustento dessas
populações, era criado em campos (vacarias) afastados
das aldeias, onde existiam boas condições climáticas
e
gramíneas de alto poder alimentício. Criavam também
cavalos, ovelhas, cabras, galinhas, porcos, etc.
Dada
a facilidade de aprendizagem, não houve
problemas em ensinar aos índios as artes mecânicas
em "oficinas" onde aprendizes trabalhavam sob a
orientação de um "mestre". Todos os artífices
trabalhavam para a comunidade e viviam da
produção da comunidade.
Extraía-se
a erva-mate e madeira, praticava-se a
metalurgia e criava-se gado. Tendo aprendido a fazer mudas,
os índios plantaram grandes ervais nas proximidades dos
povoados. Com a madeira extraída, executavam obras de arte,
especialmente peças sacras, como imagens, candelabros etc.
Os
"sete povos" eram formados pelas aldeias de
São Francisco Borja (1682); São Nicolau (1687);
São Luiz Gonzaga (1687); São Miguel Arcanjo (1687);
São Lourenço Mártir (1690); São João
Batista (1697);
e Santo Ângelo Custódio (1707), município
onde hoje
podem ser encontradas as ruínas da igreja de São
Miguel,
conjunto tombado pela Organização das Nações
Unidas - ONU,
como patrimônio histórico da humanidade.
Enquanto
floresciam os sete povos no oeste, o litoral era
aos poucos ocupado pelos portugueses.
Em
1680 foi criada a colônia de Sacramento, às margens
do
rio da Prata (hoje cidade de Colônia no Uruguai).
Fundada como local de contrabando, tornou-se um dos
centros da guerra de fronteiras travada entre portugueses
e espanhóis durante todo o século XVIII.
Em
1726, os espanhóis fundaram a cidade de Montevidéu,
a leste de Sacramento, também na margem esquerda do
Prata, para diminuir a influência de Portugal na região
e
ampliar o controle da navegação no Prata. Depois
de
várias tentativas para conquistar Montevidéu, os
portugueses
fundaram o Forte Jesus Maria José, em 1737, atual cidade
de Rio Grande, em território brasileiro. Os conflitos encerraram-se
apenas em 1777, com a assinatura do Tratado de Santo
Ildefonso, entre Portugal e Espanha, pelo qual ficou
garantida a soberania espanhola sobre Sacramento e
a posse de Rio Grande pelos portugueses. A região hoje
correspondente ao estado do Rio Grande do Sul
teve sua fronteira definida apenas em 1801, após
a assinatura do Tratado de Badajoz.
A
partir de 1824, começaram a chegar levas de
imigrantes alemães para a região, o que diversificou
a
economia, antes baseada nas grandes estâncias de gado
de corte. Os imigrantes instalaram-se em pequenas
propriedades rurais, com produção agrícola
diversificada,
que passou a abastecer o estado e ser exportada para
as regiões vizinhas. Na parte sul do estado
desenvolveu-se a charqueada.
No
século XIX, ocorreram ainda várias rebeliões
no
Rio Grande do Sul. A mais longa delas foi a Guerra dos
Farrapos, produto de divergências entre defensores de ideais
republicanos e federalistas. Durou dez anos (1835-45).
A pacificação do estado, após outras lutas
civis, só
ocorreu a partir de 1928, com o governo de Getúlio
Vargas, que mais tarde viria a ser presidente do Brasil.
Região
Serrana - Nas proximidades da cidade
de Porto Alegre encontram-se as cidades de Gramado
e Canela, muito procuradas por turistas de todo o país,
por suas belezas naturais e os traços característicos
da colonização alemã. Gramado está
localizada a
825 metros de altitude e tem população de 23.094
habitantes.
O clima é ameno, com temperaturas que podem chegar
a alguns graus negativos no inverno. Canela encontra-se
a 837 metros de altitude e sua população é
de 31.109.
Em Gramado ocorrem alguns dos principais eventos
culturais do país, como o Festival de Cinema Nacional
e o Festival Internacional de Publicidade. A cidade é
conhecida pelo requinte de sua culinária e por
sua paisagem natural, que inclui lagos (lago Negro e
lago Joaquina Rita Bier), um parque municipal,
cascatas, etc. Há ainda uma cidade miniatura -
o Minimundo - com reproduções de castelos e casas
em estilo europeu, trens e até luz elétrica. Em
Canela o
clima pode ser mais frio no inverno, chegando a
temperaturas de -5ºC a +25ºC. O estilo das casas
é europeu, com jardins onde podem ser encontradas
flores variadas e bem distribuídas. No caminho entre
Canela e Gramado encontra-se o Parque Caracol,
que possui uma cachoeira com queda de 131 metros,
bosques de vegetação tropical e subtropical, além
de
um rio, o rio Caracol, no qual existem praias e pequenas
cascatas. O local é um atrativo turístico muito
desfrutado
por visitantes de todas as partes do país e do exterior.
No caminho para o parque, a 3 km da cidade de Canela,
há uma araucária (pinheiro do Paraná) de
700 anos de
idade, com 42 metros de altura. Ainda na Serra Gaúcha
outras atrações chamam a atenção dos
visitantes: o vale
da Ferradura, uma formação de canyon cortada pelo
rio
Santa Cruz que forma linda cachoeira no local e as
exuberantes paisagens de São José dos Ausentes e
do Parque Aparados da Serra.
Vinicultura
- Tendo encontrado clima propício
ao desenvolvimento da vinicultura, os imigrantes
italianos que começaram a chegar ao Rio Grande do Sul
a partir de 1875, introduziram esse tipo de cultivo no estado,
desencadeando o processo de produção artesanal de
vinho.
Hoje, a história da vinicultura nacional confunde-se com
o processo de colonização da região nordeste
do
Rio Grande do Sul (Serra Gaúcha), que é a maior
produtora
de vinho do país, especialmente nas cidades de Caxias do
Sul, Farroupilha, Antonio Prado, Flores da Cunha, Bento Gonçalves,
Garibaldi, Carlos Barbosa, Nova Milano, Nova Roma,
São José do Ouro, São Marcos e Veranópolis.
A
partir de meados de 1970, a indústria vinícola no
Rio Grande do Sul passou por um processo de
modernização que resultou em mudanças significativas
no elenco varietal da produção de uvas do estado.
O Centro Nacional de Pesquisa de Uva e Vinho (CNPVU)
da Embrapa, localizado em Bento Gonçalves, vem
trabalhando há mais de dez anos em um programa que
envolve a seleção de plantas no campo, formação
de
clones, técnicas de indexagem em casa de vegetação,
testes sorológicos em laboratório e termoterapia,
com o
objetivo de obter matrizes livres de doenças disseminadas
nos vinhedos. Como resultado do programa, a Embrapa
dispõe hoje de oito hectares de matrizes certificadas de
mais de 80 cultivares, que forneceram, em 1994, material
vegetativo para 1 milhão de mudas. No que se refere à
produção de uvas de mesa no estado do Rio Grande
do Sul,
houve aumento considerável do cultivo de castas finas.
Entre as castas brancas são mais cotadas as variedades
riesling itálico e renano, chardonnay e gewurztraminer.
Nos tintos, predomina o cabernet sauvignon, cabernet franc
e merlot. Em 1994, foram comercializados 43.294.350 litros
de vinho no Rio Grande do Sul, o que corresponde
a 91% da produção nacional.
A
Revolução Farroupilha - Durante a fase
inicial da
colonização alemã, um fato iria abalar a
política e a
economia do Rio Grande, causando reflexos políticos no
centro do país e até nos países vizinhos.
Foi a Revolução
Farroupilha, que durou de 1835 a 1845. Deflagrada pelos
gaúchos, que não aceitavam a situação
de subordinação
a que o governo central submetia o Rio Grande, a
Revolução tinha a intenção de proclamar
uma república
independente, e levava, para o Sul do continente, os
ideais de liberdade em voga então na Europa.
Também chamada de Guerra dos Farrapos, a revolução
só foi contida com muita dificuldade pelo governo central,
que precisou enviar grande parte do exército brasileiro
para o Rio Grande do Sul. Ao final, ciente das dificuldades
que a guerra estava causando - e preocupado com a
eventualidade de uma guerra iminente com a Argentina -,
o governo brasileiro terminou por estabelecer um
acordo com os revoltosos, garantindo que nenhum
deles seria punido e que os oficiais que participaram
da revolução seriam reintegrados ao Exército
Brasileiro.
A revolução significou uma pausa de dez anos
no desenvolvimento econômico do Rio Grande. Mas,
por outro lado, garantiu ao Estado um grau de
respeitabilidade política que nunca antes fora alcançado
por qualquer outro Estado além de Rio de Janeiro
e São Paulo, onde se encontravam as forças
econômicas que governavam o país.
Em 1875 começaram a chegar ao Rio Grande
imigrantes italianos. Como as terras da
proximidade da capital já estavam ocupadas
pelos alemães, foram encaminhados para a região
da Serra.
E, aos poucos, se desenvolveu o eixo básico de
industrialização do Estado, que liga a capital a
Caxias do Sul
- esta a cidade-pólo da região de imigração
italiana -,
passando pelo Vale do Sinos, a região de colonização
alemã.
Esse eixo tornou-se vital para o desenvolvimento industrial
gaúcho (como é chamado o povo do Rio Grande do Sul).
Durante este século, a situação econômica
do
Estado passou por uma progressiva transformação.
No campo, a diversificação agrícola avançou.
Novos cultivos,
como o arroz, foram introduzidos. Na década de setenta,
o boom da soja levou um produto agrícola gaúcho
ao
mercado internacional. Paralelamente, a pecuária perdeu
a condição de atividade primária única.
A atividade industrial, nascida do artesanato dos
imigrantes, se desenvolveu em um ritmo crescente.
O eixo Porto Alegre - Caxias se transformou na área de
maior concentração industrial do Estado. No Vale
do Sinos,
cresceu a indústria calçadista, que se tornou uma
das
locomotivas da exportação da indústria brasileira
de manufaturados. Essa condição foi mantida até
o
início da década de 90, quando a produção
calçadista
chinesa começou a ameaçar a indústria calçadista
nacional.
Em Caxias do Sul, os setores mecânico e metalúrgico
ganharam relevância.
A região de colonização italiana se transformou
numa grande fornecedora de peças e componentes
para a indústria automobilística nacional.
O crescimento industrial não significou, contudo,
o abandono da agricultura. O Rio Grande do Sul
continua sendo considerado, juntamente com o Paraná,
como o Estado celeiro do país, responsável pela
maior
produção nacional de grãos. De um Estado
que se
encontrava à margem da economia brasileira, o Rio Grande
se transformou em uma das bases dessa economia.
Fontes:IBGE / Governo do Estado do Rio Grande do Sul /
República Federativa do Brasil
HINO
RIO-GRANDENSE
LETRA
Francisco Pinto da Fontoura
(vulgo Chiquinho da Vovó)
MÚSICA
Comendador Maestro Joaquim José de Mendanha
HARMONIZAÇÃO
Antônio Corte Real
Como a aurora precursora
do farol da divindade,
foi o Vinte de Setembro
o precursor da liberdade.
Estribilho:
Mostremos valor, constância,
Nesta ímpia e injusta guerra,
Sirvam nossas façanhas
De modelo a toda terra,
De modelo a toda terra.
Sirvam nossas façanhas
De modelo a toda terra.
Mas não basta pra ser livre
ser forte, aguerrido e bravo,
povo que não tem virtude
acaba por ser escravo.
Estribilho:
Mostremos valor, constância,
Nesta ímpia e injusta guerra,
Sirvam nossas façanhas
De modelo a toda terra,
De modelo a toda terra.
Sirvam nossas façanhas
De modelo a toda terra.